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ATTUALIZA #06

ATTUALIZA: Este é o resumo semanal de notícias que a Solutta preparou para você nas áreas contábil, fiscal e tributária. Veja os principais tópicos dessa semana:

Varejistas estão otimistas com políticas econômicas. Segundo pesquisa da CNDL feita em conjunto com o SPC Brasil e o Sebrae, quase 60% dos pequenos empresários do varejo estão otimistas com as medidas econômicas do governo. Outros 24% se dizem neutros e 16% estão pessimistas. Foram ouvidos 601 empresários. Para José César da Costa, presidente da CNDL, a expectativa positiva deve-se ao avanço de medidas como a reforma da Previdência e a MP da Liberdade Econômica. Saiba mais!

Governo estuda desistir de alívio no IR. Com o fim da ideia de criação de um imposto nos moldes da CPMF, o time de Economia pensa em nova fonte de recursos capaz de compensar a desoneração da folha na proposta de reforma tributária que vai enviar ao Congresso. Uma das alternativas é desistir do plano de redução das alíquotas do Imposto de Renda e ampliação da faixa de isenção. A ideia, no entanto, encontra grande obstáculo: uma diretriz de campanha do próprio presidente Bolsonaro, que deseja promover as “bondades do IR”. Saiba mais!

Gestores recusam contratar pessoas com deficiência. De acordo com uma pesquisa da consultoria Santo Caos com a Catho que ouviu cerca de 250 empresas, 40% dos profissionais de RH afirmam ouvir com frequência de chefes de outras áreas que não estão abertos a essas contratações. O estudo também conversou com PcDs: 50% dos abordados disseram que outro entrave é a acessibilidade inadequada nos locais de trabalho. Saiba mais!

Governo prepara “choque de emprego” para outubro. Liderado por Paulo Guedes, o plano reúne uma série de medidas que visam dinamizar o mercado de trabalho. O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou que pontos como qualificação de trabalhadores, acesso a microcrédito e criação de novas vagas serão contemplados pelo novo programa sem, no entanto, dar detalhes sobre o planejamento. Sem dizer o que será feito, Marinho sinalizou que a estratégia do governo está baseada na desoneração da folha. Saiba mais!

Governo desiste de congelamento do mínimo. O Ministério da Economia informou que vai manter o poder de compra do salário mínimo no país. Assim, fica vetada a ideia de congelar o valor do piso salarial em situações de crise fiscal. Para o ano que vem, o governo prevê reajuste do mínimo de R$ 998 para R$ 1.039. O aumento já leva em conta apenas a inflação. Saiba mais!

Post by Saulo Novaes

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