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ATTUALIZA #10

ATTUALIZA: Este é o resumo semanal de notícias que a Solutta preparou para você nas áreas contábil, fiscal e tributária. Veja os principais tópicos dessa semana:

Habilidades dos profissionais do futuro. Até 2020, as empresas investirão investir mais de R$ 300 bilhões em transformações digitais e, segundo o relatório O Futuro dos Empregos, de 2018, do Fórum Econômico Mundial, cerca de 133 milhões de postos de trabalho serão criados até 2025. Desses, 54% exigirão habilidades que ainda não existem, necessitando de “talentos digitais” dos profissionais. Para a consultoria Gartner, cinco pontos são essenciais para esses “talentos”: visão de negócio, adaptabilidade, jogo de cintura político, capacidade de coligar e pensamento sistêmico. SAIBA MAIS!

Brasil é um dos países com menos formados em exatas. Apenas 17% das matrículas no país são em cursos de tecnologia, engenharia e matemática, aponta um relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A porcentagem é bem menor do que a registrada em países como China (40%) e Índia (35%). A evasão também é alta: segundo a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, a taxa de desistência em graduações de tecnologia chega a 69%. Apesar do baixo interesse, o setor de TI paga 2,8 vezes o salário médio do brasileiro, considerados os benefícios. SAIBA MAIS!

Busca por crédito tem maior alta desde 2010. Um estudo da empresa de dados financeiros Serasa Experian revelou que a quantidade de brasileiros que procuraram empréstimos entre janeiro e outubro de 2019 aumentou 10,3% em relação ao mesmo período do ano passado. A porcentagem só havia sido maior em 2010, quando a busca por crédito avançou 16,4%. No contexto atual, a alta procura por financiamento resulta de fatores como a queda nos juros ao consumidor e a lenta retomada do emprego. Segundo o Banco Central, a concessão de crédito para renegociação de dívidas avançou quase 33% nos primeiros oito meses do ano. SAIBA MAIS! 

Brasil terá PIB menor em 2020. O Fundo Monetário Internacional diminuiu a estimativa de 2,4% para 2% de avanço do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no ano que vem — o que situa a projeção de crescimento do país entre as mais modestas da América do Sul. Por outro lado, a estimativa de crescimento em 2019 melhorou levemente, de 0,8% em julho para 0,9%. De acordo com o FMI, o Brasil precisa de uma “ambiciosa agenda de reformas” para impulsionar a melhora da economia, além de uma consolidação gradual da política fiscal para cumprir o teto de gastos nos próximos anos. SAIBA MAIS!

Brasil possui menor nº de empresas desde 2009. Segundo dados do IBGE, o número de empresas ativas no país apresentou seu menor registro desde 2009. Há 10 anos, o Brasil tinha 4.268.930 empresas ativas – menor número até 2017, último ano analisado pelo instituto, com registro de 4.458.678. No período, o saldo de empresas no mercado se manteve positivo até 2013. O país tem registros negativos desde então. O pior ano foi 2014, quando 217.687 companhias fecharam as portas. SAIBA MAIS!

Post by Saulo Novaes

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