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ATTUALIZA #19

ATTUALIZA: Este é o resumo semanal de notícias que a Solutta preparou para você nas áreas contábil, fiscal e tributária. Veja os principais tópicos dessa semana:

– Brasileiros estão otimistas com a economia. Segundo pesquisa realizada em 28 países pela Edelman, agência global de comunicação, 70% dos brasileiros esperam melhorar sua condição econômica – e a de sua família – nos próximos cinco anos. No mundo, os mais esperançosos são os quenianos: 90% indicaram acreditar em melhora. Entre as economias desenvolvidas, menos entusiasmo: nos Estados Unidos, apenas 43% dos consultados disseram crer em melhora; na França, 19%, na Alemanha, 23% e no Reino Unido, 27%. No Japão, somente 15% dos entrevistados. Apesar do otimismo com relação à melhora da condição econômica, 62% dos brasileiros revelaram ter medo de ficar para trás com a revolução tecnológica e automação do ambiente de trabalho. LEIA MAIS!

– Governo autoriza pagamento à Receita por fintechs. O governo federal autorizou o pagamento por meio de fintechs de todos os impostos recolhidos pela Receita Federal, tais como IOF, PIS/Cofins, Imposto de Renda e guias de recolhimento da Previdência Social. A medida é vista por analistas como um primeiro passo para a abertura do processamento de pagamentos, já que anteriormente apenas os grandes bancos tinham permissão para recolher, contabilizar e enviar recursos para a Receita. A medida, porém, se restringe a fintechs que têm conta de liquidação no Banco Central: Nubank, Stone, Mercado Pago, Superdigital, BPP e PagSeguro. LEIA MAIS!

– Guedes: “Perdemos a grande onda da inovação”. Em discurso feito no no painel “Shaping the Future of Advanced Manufacturing”, realizado durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, o ministro da Economia Paulo Guedes afirmou que o Brasil ficou para trás em relação às modernidades do mundo. “Perdemos a grande onda da globalização e da inovação, então essa mudança vai levar um tempo, mas estamos a caminho”, afirmou. Para ele, o principal desafio será preparar os trabalhadores para um novo mundo no mercado de trabalho. “O futuro da manufacture (indústria, que tem origem na palavra mão em Latim) será a mindfacture (uma expressão que une as palavras mente e indústria)”, afirmou. LEIA MAIS!

– 32% dos empreendedores negros já tiveram crédito negado. De acordo com o Estudo do Empreendedorismo Negro no Brasil, levantamento realizado pela PretaHub em parceria com Plano CDE e JP Morgan, 3 em cada 10 empreendedores pretos e pardos já tiveram um ou mais pedidos de crédito negados por seus bancos, sem que fossem esclarecidas as razões. Consultada sobre o tema, a Federação Brasileira de Bancos afirma que cada banco tem sua própria política para concessão de crédito, citando o tempo de relacionamento com o cliente e o histórico de pagamentos como parâmetros utilizados. LEIA MAIS!

– Caixa-preta do BNDES não encontra irregularidades. O BNDES realizou uma auditoria interna no valor de R$ 48 milhões para “abrir a caixa-preta da estatal”. Após um ano e 10 meses de investigação, o banco divulgou um relatório de oito páginas em que afirma não haver nenhuma evidência direta de corrupção em oito operações com a JBS, o grupo Bertin e a Eldorado Brasil Celulose, realizadas entre 2005 e 2018. O valor foi pago a um escritório estrangeiro, o Cleary Gottlieb Steen & Hamilton LLP, que subcontratou outro brasileiro, o Levy & Salomão. LEIA MAIS!

– Unificar tributos pode reduzir desigualdade. Segundo estudo do Ipea sobre as propostas de reforma tributária que tramitam no Congresso, a unificação de impostos sobre o consumo (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS), com alíquotas iguais para todos os produtos e serviços, reduziria a desigualdade do sistema fiscal brasileiro. De acordo com o levantamento, a mudança causaria impacto positivo para 90% da população e negativo para os 10% mais ricos. No entanto, uma melhora mais significativa nessa desigualdade dependeria ainda da maneira como será implementada outra iniciativa das reformas: um sistema de devolução de parte dos tributos para os mais pobres. LEIA MAIS!

– Salário médio de intermitente é 80% do mínimo. Um estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontou que a remuneração mensal média paga em contratos intermitentes ao final de 2018 foi de R$ 763, o equivalente a 80% do salário mínimo vigente naquela época (R$ 954). O levantamento também indica que a nova forma de vínculo empregatício criada pela reforma trabalhista ainda é pouco utilizada e grande parte dos contratos ficou engavetada: novembro de 2018 registrou pico de 11 mil contratações intermitentes e 26% dos contratos celebrados no último trimestre não resultaram em trabalho efetivo em dezembro. Dos vínculos intermitentes que registraram algum trabalho em 2018, metade gerou remuneração média inferior ao salário mínimo. LEIA MAIS!

– Nº de microempreendedores cresce 23,1% em 2019. Segundo dados da Boa Vista, empresa de informações de crédito, o número de microempreendedores segue em alta. Em 2019, o volume de Microempreendedores Individuais subiu 23,1% em relação ao ano anterior. Ainda de acordo com o levantamento, o desemprego elevado no país segue sendo a principal causa para este crescimento. No geral, o número de novas empresas cresceu 18,1% em 2019 em comparação a 2018. O estudo também aponta que o setor de Serviços representou 61,8% da abertura de empresas no país no ano passado. LEIA MAIS!

– Investimentos em startups crescem 80%. De acordo com levantamento da consultoria de inovação Distrito publicado no Estadão, as empresas de tecnologia do país receberam US$ 2,7 bilhões em aportes em 2019. Trata-se de um crescimento de 80% na comparação com 2018, quando os investimentos totalizaram US$ 1,5 bilhão. Ainda segundo o estudo, 260 rodadas de investimento foram realizadas no ano – crescimento de 8,3% na comparação com 2018. Nesse quesito, o recorde ainda é de 2017, quando aconteceram 263 investimentos no país, levantando US$ 905 milhões. LEIA MAIS!

– Guedes avalia ‘imposto do pecado’ sobre cigarro e álcool. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou no Fórum Econômico Mundial, em Davos, que sua equipe está estudando quais seriam os resultados de uma possível tributação de produtos que podem fazer mal à saúde. Seriam alvos do novo imposto produtos como cigarros, bebidas alcoólicas e alimentos com adição de açúcar, tais como refrigerantes, sorvetes e chocolates. Guedes usou o termo “imposto do pecado” para defender a nova tributação, mas afirmou que a expressão é acadêmica e não tem juízo moral. Segundo o governo, a proposta para a reforma tributária está perto de ser concluída e deve ser enviada ainda em fevereiro. LEIA MAIS!

Post by Lucas Wilches

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