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Empreendedorismo em 2020: Faça do jeito certo!

Empreendedorismo em 2020: Faça do jeito certo!

Não estamos entrando em um novo ano. Estamos entrando em uma nova década. Isso significa muitas oportunidades novas, novos desafios e a chance de criar negócios que criarão um futuro melhor. Quem deseja abrir um negócio promissor deve ficar atento às tendências de empreendedorismo. Para começar com o pé direito, você precisa se planejar muito bem para aproveitar o impulso econômico que começa a se desenhar no horizonte brasileiro. Com o clima de otimismo para 2020, nada melhor que contar com ajuda especializada para dar esse passo rumo ao sucesso. Acompanhe!

O “Custo Brasil”

Você quer tirar aquela ideia do papel, mas não tem noção sobre quanto custa abrir uma empresa no Brasil?

Bom, essa é uma dúvida muito comum entre quem está começando a empreender para concretizar um projeto. Por isso é fundamental ter conhecimento sobre os custos de abrir uma empresa para que o empreendedor inicie seu sonho do jeito certo. O planejamento financeiro deve começar muito antes que a empresa esteja realmente formalizada e é um fator essencial para o sucesso dos negócios.

Sem planejamento, dificilmente uma empresa vai muito longe – fato comprovado pelas estatísticas sobre falência no país.

Para se ter uma ideia, pelo quarto ano consecutivo, o Brasil registrou em 2017 mais fechamento do que abertura de empresas, segundo levantamento o Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo, divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em 2017, enquanto 699,4 mil companhias encerraram suas atividades, apenas 676,4 mil começaram o negócio – 503,21 nasceram naquele ano e 173,23 reativaram suas atividades –, o que contabiliza um saldo negativo de 23 mil empresas. Em quatro anos, o Brasil já perdeu 316.680 empresas.

Ampliando o cenário, em Janeiro de 2019, o Boa Vista divulgou uma pesquisa apontando que no ano anterior 96,5% das empresas do país que entraram em processo de falência eram Pequenas Empresas – o processo de falência, não significa necessariamente a morte da empresa. No entanto, aponta para o fato de a empresa possuir diversos problemas financeiros e estruturais.

Segundo o Sebrae, são três os fatores principais que contribuem para a mortalidade das empresas: Planejamento Prévio, Gestão Empresarial e Comportamento Empreendedor.

Ou seja, as empresas morrem por falta de planejamento, maus investimentos em gestão empresarial e falta de comportamento empreendedor.

Planejamento prévio geral

Como dissemos, o planejamento financeiro deve começar muito antes que a empresa esteja realmente formalizada. Resumindo: o empreendedor precisa fazer cálculos!

Para saber quanto custa abrir uma empresa, o ideal é fazer uma soma estimada de todos os custos envolvidos. Uma noção realista do valor que deverá ser desembolsado deve considerar desde o investimento inicial, o capital social, as despesas fiscais e o registro da marca até os salários e o pró-labore.

Um detalhe que merece atenção é a realização de um planejamento financeiro que englobe todo o próximo ano de atividade da empresa. Por isso, é recomendável que o empreendedor já pense em realizar esse processo no ano anterior ao que será planejado.

Faça estimativas de quanto gastará e quanto receberá, além dos recursos que serão investidos para a alavancagem do negócio. Planejar é fundamental, porém sempre acompanhar e registrar os dados constantemente é o que torna o planejamento financeiro realmente eficaz. Pense nisso!

Planejamento tributário

Que o sistema de tributos nacional é complexo e gera inúmeras dúvidas todo mundo sabe. Mas é é justamente por isso que um empreendedor preocupado com o presente e o futuro do negócio precisa conhecer as leis e os impostos que devem ser respeitados e pagos. E realizar um planejamento tributário faz a diferença!

Toda empresa precisa pagar impostos independentemente da área de atuação, não é mesmo? Quem tenta burlar essa situação coloca a gestão na ilegalidade e não conquista o respeito do mercado.

Tenha em mente que um empreendedor que planeja as suas atitudes tem maiores chances de obter resultados positivos, seja na gestão do estoque, seja no gerenciamento do tempo — e não poderia ser diferente ao administrar as questões fiscais do empreendimento.

Portanto, pense que o planejamento tributário é o conjunto de medidas tomadas por uma empresa para, dentro dos limites da legalidade, diminuir a carga tributária a qual está submetida. Essa prática aproveita-se das discrepâncias e das diversas legislações tributárias — que diferem não apenas entre as atividades, mas também entre localidades, por exemplo — para diminuir ao máximo a carga tributária.

Ou seja, planejamento tributário é usar o conhecimento sobre o arcabouço jurídico a seu favor, nas brechas e contradições legais, para diminuir ao máximo o pagamento tributário.

Com a orientação adequada, por um lado, você evita o pagamento de um conjunto de tributos incorretos, que poderiam sacrificar a saúde financeira do seu empreendimento. Em contrapartida, também se evita o recolhimento de valores inferiores aos devidos, o que implicaria em sonegação de impostos. Lembre-se que a constatação de sonegação resulta em multas e problemas com a Receita Federal. Duvido que você queira isso para o seu negócio, não é mesmo?

Por isso, procure sempre contar com a orientação profissional e consultorias especializadas a fim de evitar situações prejudiciais ao seu negócio. Fique atento a isso!

Capital social

Entre as muitas dúvidas que podem surgir no momento em que se está constituindo a empresa, uma que quase sempre aparece é com relação ao capital social do negócio. Os novos empresários querem saber, desde o conceito até sobre onde esse valor pode ser empregado. 

Apenas para contextualizar, o Capital Social é o valor que os sócios ou acionistas estabelecem para sua empresa no momento da abertura. É a quantia bruta que é investida, o montante necessário para iniciar as atividades de uma nova empresa, considerando o tempo em que ela ainda não vai gerar lucro suficiente para se sustentar. E isso precisa constar no planejamento financeiro.

Esse valor é utilizado para a manutenção da empresa, então, uma vez que você coloca o recurso, ele pode ser utilizado para comprar equipamentos, acessórios, contratar serviços, ferramentas, adquirir computadores, carro, ou seja, tudo que for relacionado com o desenvolvimento do seu negócio.

Para quem vai abrir uma empresa sem sócios é bom saber que existem duas opções de formatos jurídicos: Empresário Individual e EIRELI. No caso do Empresário Individual é possível começar com qualquer quantia. Então é importante ter atenção com a questão de dar preferência para começar com um determinado valor e, se for o caso, ir aumentando depois. É mais fácil aumentar do que reduzir o capital social da empresa.

Se for abrir como EIRELI, o capital precisa ser a partir de 100 salários mínimos. Já no caso do MEI (Microempreendedor Individual), é possível começar uma empresa com qualquer valor, tipo R$ 1,00, por exemplo – e o  número de MEIs (Microempreendedores Individuais) formalizados no Brasil saltou de 6,5 milhões em novembro de 2016 para 9,2 milhões em novembro de 2019, segundo as estatísticas do Portal do Empreendedor.

Uma dica: é possível alterar o capital social, mas é muito mais fácil aumentar do que reduzir. Para reduzir o capital social, você não pode ter dívidas, você precisa publicar em jornal – e essa publicação não é barata – e após 90 dias da publicação, se ninguém se manifestar ao contrário, aí sim você pode reduzir o capital.

Portanto, peça ajuda de especialistas para planejar tudo direitinho!

Mirando o futuro

Agora que você já sabe que precisa levar em conta uma série de fatores para realmente tirar seu projeto de empresa do papel, a questão é onde investir o dinheiro. Quais são os negócios rentáveis? Que tipo de empresa é bom abrir? O que vai dar retorno melhor?

Como falamos, o cenário para 2020 é de otimismo. Então, se você se preparar bem para abrir uma empresa com planejamento prévio, existem algumas boas áreas com grande potencial para se tornarem rentáveis em 2020.

Segundo dados apresentados no relatório Brazil Digital Report — 1ª Edição, de abril de 2019, realizado pela consultoria McKinsey em parceria com o movimento Brazil at Silicon Valley, 39% dos brasileiros estão à frente do seu próprio negócio, com destaque para o ramo de alimentação, vestuário e serviços em geral.

Chama atenção também o universo das startups, com mais de 12 mil empresas, 30 mil empregos criados e US$ 1 bilhão de investimentos em 2018, além da conquista dos 8 primeiros unicórnios e 3 IPOs. 

Ou seja, mesmo que a burocracia ainda seja um entrave gigantesco para quem quer abrir seu negócio no país, a visão de que vale começar novos empreendimentos parece estar no DNA do brasileiro — e os resultados são admiráveis.

No Brasil, a ideia de empreender chega cada vez mais cedo: 1 em cada 3 empresários (32%) já pensava em abrir seu negócio antes de completar 18 anos, de acordo com uma pesquisa inédita do Sebrae, realizada em janeiro de 2019. 

Quando consideramos apenas o grupo de empreendedores até 24 anos, 80% já tinham planos de conquistar sua independência financeira à frente de uma empresa antes da maioridade. 

O estudo também mostra que os jovens brasileiros estão se preparando melhor para a jornada empreendedorismo: um terço buscaram alguma capacitação em negócios antes de colocar seus planos em prática.

Percebe como é bom começar planejando tudo direitinho antes de colocar a mão na massa?

Quais são as tendências

Se você estava guardando suas ideias de negócio para um momento mais favorável, a hora é agora. E listamos rapidamente algumas tendências de mercado para 2020 que se mostram promissoras quando o assunto é onde investir na abertura de uma empresa.

Alimentação saudável

Esse setor já foi sucesso em 2019 e tende a se manter em alta nesse ano. 

Fato é que as relações de trabalho mudaram e existem pessoas que querem se alimentar de forma saudável mas não sabem como cozinhar ou não têm tempo. Por isso, investir nessa área pode ser interessante.

Seja criando alimentos congelados que são saudáveis ou fazendo entregas, as chances de ter um bom público pode ser grande. Se quiser deixar mais segmentado, invista em alimentação vegetariana ou vegana, por exemplo. O número de pessoas que aderiram a esse tipo de dieta mais que dobrou no país.

Atendimento a domicílio

Aplicativos de entrega de alimentos, produtos e outros serviços, como o iFood e Rappi, por exemplo, auxiliaram a consolidar entre os brasileiros a ideia de comprar e receber seus pedidos em casa. Perde-se menos tempo indo até as lojas e a variedade de opções não para de crescer. São muitos os tipos de serviço que podem ser ofertados em domicílio.

Serviços de cortes de cabelo, barba, manicure, limpeza, reparos, pintura, babá e até mesmo chef de cozinha são possibilidade reais, com demanda cada vez maior. Se você tem dons culinários, pode assar carnes ou preparar jantares especiais na casa dos seus clientes – um serviço exclusivo e bem remunerado cuja procura só aumenta.

Cuidados com o pet

A valorização da vida animal fez com que um mercado promissor surgisse em função dos pets, especialmente cães e gatos. A lista inclui desde produtos como roupas, acessórios e almofadas até serviços como banho e tosa, vacinação e hospedagem.

Para ilustrar essa tendência, dados do Instituto Pet Brasil publicados na Época Negócios apontam que em 2018, o Brasil avançou da quarta posição para o segundo lugar no ranking dos maiores mercados pet do mundo. O setor deve fechar 2019 com faturamento de R$ 36,2 bilhões, de acordo com o estudo.

Vários tipos de negócios entram nesse mercado: pet shops, lojas especializadas, clínicas veterinárias, marcas de produtos e alimentos para animais.

Um dos segmentos em ascensão é o de pet food, que traz tendências como alimentação natural e caseira para cães e gatos, com rações saudáveis e biscoitos artesanais, o que traz uma boa vantagem na hora de disputar a preferência dos donos. 

Mercado infantil

Quem tem filhos sabe muito bem: existe um verdadeiro universo de produtos voltados para as crianças. As demandas do mercado infantil continuam sendo altas e há muitas possibilidades aqui para encantar os pais.

Elas vão desde a produção de itens artesanais para bebês até a criação de brinquedos educativos. Além disso, produtos criados com materiais sustentáveis, ou seja, que não sejam tóxicos e não causem alergia, estão em alta e há uma grande parcela do público disposta a pagar mais por eles.

E não só isso: serviços de babá, educação a domicílio, natação para crianças, inglês, home care e outros serviços voltados exclusivamente para crianças onde o prestador vai à casa do contratante já estão entre as modalidades que mais crescem no país – sem contar ainda os produtos e serviços voltados exclusivamente aos pais de crianças.

Clubes de assinatura

Hoje em dia todo mundo faz alguma assinatura, seja de jornal, de televisão, empresas que enviam livros ou de streaming de música e televisão, como a Spotify e Netflix. Assinaturas de clubes de vinhos, de cerveja, de queijos e até de roupas, por exemplo, estão tendo grande sucesso.

Prova disso é que segundo a Associação Brasileira dos Clubes de Assinatura, em 2017, já havia 350 empresas no país e de acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCom), publicados em 2019 no jornal Estado de Minas, o número de empreendimentos desse tipo aumentou 167% nos últimos quatro anos.

Essa tendência de negócios pode trazer bons lucros se tiver alguma ideia interessante. As pessoas tendem a assinar pacotes de algo que lhe atraia porque é mais cômodo e gostam da ideia de receber produtos de surpresa pelos correios.

Quem adere a esses clubes de assinaturas acaba se tornando um cliente fiel. A vantagem é que o empreendedor tem uma variedade de públicos segmentados nos quais pode apostar. Por isso, saber como encantar clientes é essencial.

Fazendo direito

Agora que você já teve um panorama amplo da economia e suas perspectivas para 2020, pense que é importante pesquisar a fundo o mercado-alvo em que você pretende atuar, buscando referências sobre o desempenho econômico nos últimos anos, comportamento durante a crise e projeções para o futuro.

É preciso identificar as melhores oportunidades de negócio e que realmente resolva o problema do consumidor. Para concretizar sua ideia, você deve buscar as oportunidades que ainda não foram exploradas nas lacunas do mercado. Não precisa ser, necessariamente, uma invenção futurista ou 100% original: basta suprir as necessidades do consumidor de forma diferenciada.

Por fim, para transformar sua ideia em um negócio viável e lucrativo, é importante buscar auxílio de um especialista que contemple cada passo da jornada do empreendedorismo em 2020.

Para isso, a Solutta, há mais de 10 anos, ajuda empreendedores a tirar suas ideias do papel. Temos um time de especialistas capazes de realizar um roteiro completo para concretizar sua empresa. 

Se você já tem algum insight a respeito do seu futuro empreendimento, então é hora de arregaçar as mangas para lucrar em 2020 com o seu próprio negócio. E para isso, conte com a Solutta!

Por Atracto

Post by Lucas Wilches

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