Tsunami Fiscal de Abril: 7 mudanças obrigatórias que podem travar a sua empresa

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Dia 15 de março, 2026

O ano de 2026 parecia seguir o ritmo normal: líderes e gestores focados em meta, venda e expansão.

Mas enquanto o mercado olha para a linha de frente, um inimigo invisível foi se formando nos bastidores: uma sequência de mudanças fiscais que, em efeito dominó, pode bloquear emissão de nota, esmagar margem e criar passivo silencioso.

Aqui dentro, a gente apelidou isso de “Tsunami Fiscal de Abril”.

E o ponto é simples: não queremos que a sua empresa seja impactada, corra risco financeiro ou tenha venda paralisada por falta de adequação.

Por isso, nosso time técnico mapeou as 7 mudanças obrigatórias que entram em vigor — da mais abrangente para a mais específica — e quem está na zona de risco.

1) IBS e CBS nas notas fiscais (01/abr)

A teoria da Reforma acabou. A transição prática começou.

A partir de 1º de abril, a validação das tags do novo IVA Dual (IBS e CBS) passa a ser exigida nos documentos fiscais.

🎯 Segmento impactado: Todas as empresas
⚠️ O risco: se o seu ERP/PDV não estiver parametrizado com as novas tags, a nota pode ser rejeitada na hora — e quando a nota trava, o faturamento trava junto.

2) Tag cBenef obrigatória na NF-e e NFC-e (06/abr)

A partir de 6 de abril, o Estado de São Paulo passa a exigir o preenchimento do Código de Benefício Fiscal (cBenef) para autorizar NF-e e NFC-e (Portaria SRE nº 70/2025).

🎯 Segmento impactado: Todas as empresas do Estado de SP
⚠️ O risco: ausência ou preenchimento incorreto (principalmente em operações com isenção/redução de base) gera rejeição imediata — paralisando PDV, expedição e faturamento.

3) Aumento de +10% de PIS/COFINS (01/abr)

A Lei Complementar nº 224/2025 cortou benefícios federais: produtos que eram isentos ou com alíquota zero passam a ser tributados em 10% da alíquota padrão — e a lei ainda proíbe o aproveitamento de créditos dessas compras.

🎯 Segmento impactado: Empresas que comercializam produtos antes isentos de PIS/COFINS

⚠️ O risco: quem não reprecificar e não revisar custo vai vender para pagar imposto, com margem comprimida.
Observação importante: a LC 224/2025 também confirmou aumento da margem de presunção do Lucro Presumido para quem fatura acima de R$ 5 milhões/ano.

4) Fim do cupom fiscal para Pessoa Jurídica (04/mai)

A Secretaria da Fazenda de SP proibirá a emissão de cupom fiscal simplificado (NFC-e/SAT) quando a venda for para CNPJ, exigindo NF-e modelo 55 completa.

🎯 Segmento impactado: Varejistas que emitem cupom fiscal
⚠️ O risco: sem ajuste do PDV e treinamento do caixa, o resultado é previsível: fila travada, venda perdida e operação estressada.

5) Fim da ST na Perfumaria (01/abr)

A Portaria SRE nº 94/2025 decretou o fim do regime de ICMS-ST para perfumaria, cosméticos e higiene pessoal em SP.

🎯 Segmento impactado: Quem vende perfumaria/cosméticos/higiene em SP
⚠️ O risco: é obrigatório fazer inventário exato no fim do dia 31/03/2026.
Quem errar Bloco H e Bloco E no SPED pode perder o direito de restituição dos créditos do imposto já pago.

6) Funrural mais caro (01/abr)

Como reflexo da LC 224/2025, as alíquotas do Funrural sobem:

  • 1,63% (Pessoa Física)
  • 2,23% (Pessoa Jurídica)

🎯 Segmento impactado: Produtores rurais e empresas que compram de produtores
⚠️ O risco: manter a retenção antiga no sistema de compras gera recolhimento a menor e cria um passivo invisível com a Receita — que aparece quando já ficou grande.

7) Nova pauta fiscal para sorvetes e bebidas (01/abr)

As pautas fiscais (IVA-ST) e bases de cálculo para o imposto na cadeia de bebidas (Portaria SRE 29/2025) e sorvetes foram atualizadas e entram em vigor.

🎯 Segmento impactado: Empresas que comercializam sorvetes e bebidas
⚠️ O risco: corrosão silenciosa do caixa se os cadastros de produto e as bases não forem atualizados imediatamente.

Como sobreviver à tempestade (sem perder margem e sem travar venda)

O lucro que você construiu não pode escorrer pelo ralo por causa de parametrização fiscal, cadastro, SPED, PDV e regra que muda do dia pra noite.

E tentar resolver tudo sozinho, em cima da hora, normalmente dá no pior cenário:
apaga incêndio na operação e cria passivo no fiscal.

A Solutta mapeou as rotas de fuga e estruturou uma blindagem tecnológica e estratégica para proteger:

  • Emissão de documentos fiscais (sem rejeição),
  • Cadastros e regras tributárias (sem erro silencioso),
  • Margens (sem “vender para pagar imposto”),
  • e fluxo de caixa (sem susto no mês seguinte).

🛑 Seu próximo passo

📅 Dia 17/03 às 11h, temos um compromisso: O nosso CEO, Erick Pomin, vai te mostrar ao vivo o nosso plano de ação para blindar sua empresa contra o Tsunami Fiscal de Abril.

👉 inscreva-se aqui: https://link.pomin.com.br/live-tsunami-abril26-blog1

O relógio está correndo contra a sua margem.
Se você deixar para “ver depois”, abril te obriga a ver no caixa.

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