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2021, o ano da retomada: os setores que devem liderar a economia

Chegamos ao mês de outubro de 2020 e após mais de 6 meses de paralisação da economia mundial, começamos a dar os primeiros passos no sentido da recuperação econômica. Mas de uma maneira geral, será mesmo em 2021 que os resultados mais concretos devem acontecer e é preciso estarmos atentos ao que vem por aí. 

Nestes primeiros meses de flexibilização da quarentena brasileira, observamos uma retomada gradual das atividades, dando a oportunidade dos empresários de apagar os incêndios causados pela Covid-19 e iniciar a arrumação da casa, para aí sim, começar a colher os frutos desse processo. 

Mas fica claro para todos os setores que essa “volta por cima” não se dará de uma hora para outra e que alguns segmentos de mercado terão uma ascendência mais rápida e significativa que outros. Vamos entender quais nichos devem liderar a economia no próximo ano e entender como lidar daqui para frente em seu negócio. 

Agronegócio, infraestrutura e e-commerce saem na frente nessa corrida e tendem a seguir, juntos, na liderança de mercado a partir de 2021. 

Quando falamos no setor varejista, segundo o economista Rodolpho Tobler, em uma entrevista ao portal Valor Investe, um dos entraves mais preocupantes para retomada do bom humor do varejo seria a nítida perda de renda do trabalhador, o que diminui o poder aquisitivo. 

Para o economista, a confiança do comércio deve oscilar em nível baixo nos próximos meses, e retornar ao patamar pareado ao que era, na pré-pandemia, somente no ano que vem.

ECONOMIA E O AGRONEGÓCIO

O Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário do Brasil deve crescer 3,2% em 2021, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica sido Aplicada). Para se ter uma ideia, para 2020 a estimativa foi revisada e passou de uma alta de 2% para 1,5%.

Um dos fatores que pode influenciar esse crescimento é a aposta de recuperação da pecuária que tem previsão de crescimento de 5% no PIB em 2021. Já a lavoura, ainda de acordo com o Ipea deve registrar avanço de 3,2%, com o crescimento das produções de milho e soja.

O agronegócio foi um dos setores menos afetados pelo Covid-19, e mantêm uma média estável de produção e exportação, principalmente por causa da grande demanda externa e da desvalorização do real frente ao dólar.

Um outro fator que pode contribuir para o agronegócio figurar a lista dos setores que devem liderar a retomada da economia em 2021 é a liberação de R$ 236,3 bilhões em crédito concedidos pelo Plano Safra, lançado recentemente pelo Governo Federal. 

ECONOMIA E O SETOR DE INFRAESTRUTURA

O desenvolvimento da infraestrutura nacional tem total impacto aos demais setores da economia do país. E embora tenhamos vivenciado uma recessão, um tanto, assustadora, as projeções são boas para um futuro próximo. 

A Agência Brasil divulgou recentemente o posicionamento do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, sobre o tema. Veja o que ele diz: “A responsabilidade fiscal, associada à grande quantidade de portfólios, aos bons ativos brasileiros e à disponibilidade de crédito representam um conjunto de qualidades que manterá o país atrativo para o investimento externo, mesmo em meio à crise decorrente da pandemia.Segundo ele, 2021 será um ano de recuperação econômica forte para, em 2022, a situação ficar “ainda melhor”, em um cenário onde a taxa básica de juros estará baixa.”

Vale acompanhar de perto para conferir o desenrolar dos próximos meses. 

ECONOMIA E O E-COMMERCE

Se tem um setor da economia que contabilizou números positivos desde o começo da pandemia, com certeza foi o e-commerce e os números para o futuro tendem ser ainda mais promissores. 

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Jornal Contábil as vendas no varejo de e-commerce global atingirão $4.9 trilhões em 2021, marcando a taxa de 265% de crescimento, ao subir de $1.3 trilhão (2014) a $4.9 trilhões (2021). Além disso, até 2021, o crescimento do setor será, em média, 12,4% ao ano. 

Já uma pesquisa realizada pelo Google mostrou que as vendas por e-commerce irão dobrar em cinco anos, chegando a R$85 bilhões.

Ou seja, não é à toa que esse tem sido um grande setor de investimento para novos e já atuantes empreendedores. 

PARCERIA DE ALTA PERFORMANCE PARA A RETOMADA DA ECONOMIA

Agora que você já sabe quais são os setores da economia que estarão na vanguarda da retomada econômica é importante ter ciência que contar com o suporte de uma assessoria contábil de alta performance será fundamental para aproveitar as oportunidades de crescimento que estão surgindo. 

“Não importa se o seu negócio é de pequeno, médio ou grande porte, hoje você vai entender qual a real importância de ter um escritório contábil como parceiro, e como essa sinergia pode ser determinante para o sucesso da sua empresa. 

Uma assessoria contábil oferece uma gama de serviços que são essenciais para o bom funcionamento de qualquer empresa (e obviamente que aqui estamos falando de assessorias de alta performance!). Eles contemplam áreas distintas, mas no final se interligam, garantindo com que todo o esforço empregado no seu dia a dia de trabalho valha a pena.

E em tempos de crise, e fora dele, o contador deve ser o seu melhor amigo. Aquele que irá te ajudar no diagnóstico da sua situação em particular e na elaboração dos melhores planos de contingência. Além é claro, de garantir que qualquer que seja a tomada de decisão, ela esteja dentro das conformidades legais. 

A consultoria contábil vai muito além dos serviços rotineiros que você, provavelmente, já conhece. Esse trabalho engloba uma assistência mais próxima à você, permitindo que sejam traçadas rotinas específicas à demanda da sua empresa.” 

Se desejar saber mais sobre o assunto, você pode entrar em contato direto com a Solutta e também ler um artigo inteirinho sobre os benefícios da terceirização da contabilidade e de contratar especialistas CLICANDO AQUI

Por Atracto

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